quinta-feira, abril 16, 2026
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Um mês após morte, rotatória sem sinalização volta a registrar incidente na LMG-759, em Revés do Belém

TREVO DO REVÉS DO BELÉM: Segundo relatos, uma motorista saiu da pista e invadiu o canteiro da rotatória. O episódio reforça o risco já apontado por moradores, que denunciam a falta de sinalização no trecho

BOM JESUS DO GALHO – A rotatória de acesso ao distrito de Revés do Belém, na rodovia LMG-759, voltou a registrar um incidente na noite de ontem (14), pouco mais de um mês após a morte de um motociclista no local. Desta vez, o caso ocorreu enquanto moradores instalavam luminárias por conta própria, diante da ausência de sinalização e iluminação na via.

Segundo relatos, uma motorista saiu da pista e invadiu o canteiro da rotatória no momento em que o grupo realizava o trabalho, expondo os moradores ao risco de atropelamento. O veículo passou muito próximo das pessoas.

Apesar do susto, ninguém ficou ferido. A própria condutora teria afirmado que não conhecia a estrada e não percebeu a rotatória a tempo.

O episódio reforça o risco já apontado por moradores, que denunciam a falta de sinalização no trecho, especialmente para quem trafega pela via pela primeira vez ou durante a noite.

MORTE

No início de março deste ano, o motociclista Fábio Antônio morreu após perder o controle da motocicleta, uma Yamaha Crosser 2024, e colidir contra uma árvore na rotatória. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou o óbito no local.

Moradores afirmam que o ponto já havia sido alvo de diversas reclamações às autoridades, sem retorno. Segundo eles, não há placas, pintura no asfalto nem iluminação adequada no local.

MOBILIZAÇÃO

Diante da falta de providências por parte do poder público, moradores decidiram agir por conta própria e iniciaram a instalação de luminárias na rotatória.

Até o momento, três pontos de iluminação já foram instalados, e a previsão é concluir o serviço com a colocação de mais uma luminária.

O incidente registrado durante os trabalhos evidencia que, mesmo com a mobilização da comunidade, a ausência de sinalização continua colocando vidas em risco. “Se tivesse sinalização adequada, isso não estaria acontecendo”, relatou um morador.

Até o momento, não houve posicionamento oficial das autoridades responsáveis pela via.

 

 

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