Números colocam HJMM em evidência no atendimento de urgências e emergências

FABRICIANO – Os números de fluxograma da Superintendência Regional de Saúde (SRS) e de acordo com dados apresentados pelo Plano de Ação Regional, apontam que o Hospital Dr. José Maria Morais(HJMM), é o mais importante hospital da microrregião de Coronel Fabriciano e Timóteo para atender urgências e emergências.Apesar do atraso de repasses do Governo Estadual e de ser 100% SUS, o HJMM é referência e já atendeu em 2018, cerca de outras 30 cidades, e mais de 1000 internações de emergência.

Desde que o município assumiu gestão plena de serviços da saúde em julho do ano passado, o HJMM ganhou papel crucial na região obtendo taxas altas de resolutividade em cirurgias gerais(48%), ortopédicas(48%), torácicas(27%), plásticas(16%), AVC(51%), traumas(24%), entre outras emergências.

O HJMM bateu recorde de atendimentos eletivos e de urgência neste ano, 1.000 atendimentos, sendo que que em 2017 esse número foram 280. Por mês, o HJMM realiza 19 mil procedimentos entre consultas, diagnósticos, exames complementares e cirurgias, sendo 2,5 mil atendimentos hospitalares e 4.113 internações. O hospital possui 60 leitos, sendo 10 de UTI e 30 de clínica médica, 14 leitos destinados a realização de procedimentos cirúrgicos e seis para pediatria. Os atendimentos ambulatoriais gerais e pediátricos já passam de 35.800 só em 2018, sendo 3.300 atendimentos ambulatoriais de outras cidades.

Entre os procedimentos eletivos está o Mutirão de Cataratas, realizado duas vezes em 2018. Cerca de 550 pacientes foram beneficiados com o procedimento, que zerou as filas de espera e levou mais qualidade de vida aos fabricianenses. Além da cirurgia, o município oferece também colírio para os pacientes operados e após 45 dias, uma revisão com oftalmologista. A diretora-executiva do HJMM, Kátia Barbalho ressalta que a conquista é mérito de um esforço que vem sendo feito pela administração municipal para suprir as dificuldades oriundas da falta de repasses do governo estadual. “Por mês, o estado tem a obrigação de nos repassar R$1.038 milhão, mas vem atrasando constantemente. Já são 7 parcelas em atraso. Isso compromete muito o nosso trabalho, mas não nos impede de manter o compromisso assumido pelo município para com essa população”, afirma.

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