Avenida Belo Horizonte, em Cachoeira do Vale, terá intervenções para proteger pedestres

TIMÓTEO – A falta de manutenção da Avenida Belo Horizonte, principal corredor viário do distrito de Cachoeira do Vale, transformou um equipamento destinado à proteção de pedestres em motivo de preocupação para motoristas e moradores. Há anos sem intervenções por parte do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), as lombadas com faixas de pedestres se deterioraram a ponto de oferecer riscos à segurança no trânsito. Com o pavimento deformado, muitos condutores passaram a desviar dos obstáculos, invadindo a pista contrária ou se aproximando perigosamente das calçadas, aumentando o perigo para quem circula diariamente pela avenida, uma das mais movimentadas de Timóteo.
Na tentativa de solucionar um problema histórico, o prefeito de Timóteo, capitão Vitor Vicente do Prado, ao lado do subsecretário de Segurança Pública, cabo Isac Saboya, assinou nesta segunda-feira (3) a autorização para o início das intervenções no pavimento da Avenida Belo Horizonte. As obras serão executadas por meio de uma parceria com a empresa Pedreira Valemix, instalada no distrito de Cachoeira do Vale.

Segundo o prefeito, a iniciativa tem como prioridade restabelecer as condições de segurança da via, especialmente nas lombadas, que sofreram intenso desgaste ao longo dos anos em razão do tráfego constante de veículos pesados. Em diversos pontos, as deformações obrigam motoristas, principalmente de veículos de pequeno porte, a desviar dos obstáculos, elevando significativamente o risco de acidentes e colocando pedestres em situação de vulnerabilidade.
Embora o trecho seja de responsabilidade do DNIT, a administração municipal decidiu buscar uma solução alternativa diante da ausência de manutenção e da necessidade urgente de intervenção. De acordo com Vitor Prado, a parceria firmada com a Pedreira Valemix permitirá recuperar as lombadas e reorganizar o trânsito em um dos trechos mais movimentados do município.
O prefeito destacou ainda que o desgaste do pavimento foi agravado durante anos pelo intenso fluxo de carretas que transportavam minério. Segundo ele, esse cenário começou a mudar após a transferência de parte do tráfego pesado para a antiga Ponte Mauá, resultado de uma articulação entre a Prefeitura, a Bemisa e a Aperam, com investimento de aproximadamente R$ 10 milhões.
“Com a redução do trânsito de carretas e essa parceria para recuperação das lombadas, damos mais um passo para melhorar a mobilidade e, principalmente, garantir mais segurança para moradores, pedestres e motoristas que utilizam diariamente a Avenida Belo Horizonte”, afirmou o prefeito.
