quarta-feira, maio 22, 2024
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Falta constante de energia no Distrito de Lavrinha, município de Jaguaraçu MG, causa prejuízo em comércios e residências

JAGUARAÇU – Moradores e comerciantes do Distrito de Lavrinha, no município de Jaguaraçu (MG), relataram na manhã deste sábado (2) os problemas que enfrentam com as quedas de energia. A Cemig diz que as recentes chuvas, acompanhadas de fortes ventos e descargas atmosféricas, causaram interrupção do fornecimento de energia.

Nos últimos dias, a falta de energia elétrica tem causado problemas em comércios e residências no Distrito. Ao JBN, moradores e comerciante relataram os prejuízos.

Uma moradora que precisa que o medicamento que utiliza no tratamento para artrite reumatoide fique refrigerado, está às voltas com a situação. No entanto, as constantes quedas de energia registradas nos últimos dias têm sido um problema para que isso ocorra de forma satisfatória. Só nesta semana já são dois dias sem energia. A moradora contou que já fez reclamações por todos os meios informados pela Cemig, mas nunca teve um retorno satisfatório.

“Quando telefono na CEMIG, cai em uma voz eletrônica. Dizem que é um problema aqui, um problema lá, mas nunca dizem de fato o que é e nunca resolvem. A geladeira descongela toda e, por isso, coloco meu medicamento em uma caixa térmica”, contou a moradora.

 A moradora recebe o remédio através do Sistema Único de Saúde (SUS), mas, se perder em decorrência da falta de refrigeração, terá que desembolsar R$ 15 mil pela dose mensal. A moradora contou ao JBN que, desde a tarde desta sexta-feira (1/03) até este sábado (2/03), a região continua com falta de energia.

 “Nunca conseguimos falar com ninguém, só sou atendida pela inteligência artificial que não dá informação de nada, só uma previsão geral que é sempre de mais de três horas”. A moradora, que se mudou para Lavrinha em agosto de 2022, destacou que o problema persiste há muito tempo. “Antes morava em Cavagrande, que tem histórico de acabar a energia, mas era em menor frequência”, ressaltou a moradora. “Se eu perder os remédios, vou acionar a CEMIG na justiça”, avisou.

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