Restauração da Ponte Queimada ainda é dúvida. No IEF em BH não existe projeto para reforma

PINGO D’ÁGUA – No último mês de março foi realizado um movimento promovido pelo ex-prefeito de Córrego Novo, Ailton Lima, o Ailton Top Lage, junto com o senhor José Altair Duarte, que reuniu um grande número de pessoas na Ponte Queimada, para pedir as autoridades à reforma daquela travessia sob o Rio Doce. Na ocasião estiveram presentes prefeitos, deputada, vereadores e movimentos organizados.

A conversa inicial era de que as forças políticas iriam se juntar para pedir ao governo estadual que parte do recurso destinado pela Fundação Renova, da compensação ambiental da tragédia de Mariana, R$ 93 milhões, que está carimbado para manutenção do Parque do Rio Doce, seja para a restauração da ponte.

A mobilização ocorrida há exatamente três meses, ainda não chegou ao conhecimento do Instituto Estadual de Florestas (IEF) em Belo Horizonte.

No último dia 1º de junho, o JBN pediu nota ao IEF sobre o assunto. Ele respondeu que o “Instituto Estadual de Florestas (IEF) não tem, no momento, projeto para restauração da Ponte Queimada”.

A PONTE

A Ponte Queimada liga os Municípios de Marliéria, Dionísio e Pingo D’Água. Ela é um patrimônio histórico do Vale do Aço, que no momento está ameaçada de interdição. A ponte na entrada do Parque Estadual do Rio Doce (PERD) necessita urgentemente de uma restauração.

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