Ipatinga começa a distribuir kits de alimentos a famílias de alunos em vulnerabilidade

IPATINGA – Adquiridos pelo município, os 7.500 kits de alimentação que a Prefeitura de Ipatinga está destinando a famílias de alunos em situação de vulnerabilidade, por meio da Secretaria de Educação, como medida de apoio durante as restrições da pandemia de Covid-19, começaram a ser distribuídos na Unidades Escolares nesta segunda-feira (26).

A secretária interina de Educação, Patrícia Avelar, destacou a importância da iniciativa. “Para nós é uma satisfação muito grande a chegada desses kits, pois a merenda escolar sempre foi essencial para várias famílias em condição de vulnerabilidade e, com a suspensão das aulas presenciais por impedimentos sanitários, a situação ficou insustentável em grande número de lares carentes. Desde a última quinta-feira (22), algumas escolas já foram abastecidas com os alimentos que serão destinados a esse público-alvo. Afinal, todo estudante da rede municipal tem direito à merenda escolar, mesmo em casa”, disse.

Os kits possuem os mesmos gêneros alimentícios que fazem parte da merenda escolar. Eles serão entregues para famílias que são beneficiárias do Programa Bolsa Família e para aqueles que possuem o cadastro de vulnerabilidade social do ano de 2020.

O prefeito Gustavo Nunes também destacou o valor da ação praticada pelo município “Nós estamos iniciando a entrega desses kits para os alunos da rede municipal de Ipatinga por uma questão de responsabilidade social. Esses suprimentos são indispensáveis, uma vez que ainda não retomamos as aulas presenciais, o que pretendemos fazer em breve”, concluiu.

Importância

Um dos fatos relevantes que levaram a administração municipal a optar pela distribuição das cestas é a importância da merenda escolar para várias famílias que vivem em condição precária, já que muitas vezes ela serve como uma refeição para os alunos.

“Para nós é muito gratificante receber essa contribuição vinda do município, uma vez que, com uma criança em casa, as despesas alimentares aumentam. No caso do meu filho e de muitos outros, com as aulas presenciais eles sempre faziam as refeições na escola, que funciona em tempo integral”, destacou Genilda Soares, mãe de um aluno da Escola Municipal Paulo Freire, no bairro Parque das Águas.

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