LIMPEZA URBANA: Vereadores cobram esclarecimentos da Prefeitura de Fabriciano quanto ao cronograma

Boletim Epidemiológico aponta cidade em 1º lugar em casos de chikungunya no Estado em 2018

Fabriciano – Depois de forçarem a Prefeitura a suspender a instalação irregular de dois bota-foras, nos bairros Amaro Lanari e Mangueiras, os vereadores Marcos da Luz e Thiago Lucas, do PT, aprovaram nesta terça (5) o Requerimento nº 06/2019 na Câmara Municipal, cobrando do Poder Executivo informações sobre a forma e periodicidade da coleta, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos do município.

Os vereadores querem que a Administração envie os esclarecimentos ao Legislativo, “tendo em vista a necessidade de se verificar a regularidade da atual política de resíduos sólidos do município de Coronel Fabriciano”, justificam. “Considerando a legislação em vigor, queremos saber qual a política pública municipal relativa aos resíduos sólidos”, ressalta Thiago Lucas.

Eles também cobram detalhes sobre a forma e periodicidade da coleta, tratamento e destinação final de todos os resíduos sólidos de Fabriciano, se a atividade está licenciada pelo órgão ambiental competente, o calendário de recolhimento de entulhos na cidade, a programação de capina, roçada, podas de árvores e limpeza dos ribeirões, bem como o valor investido nos serviços.

“Fato é que a cidade está toda suja e abandonada. As pessoas reclamam conosco a falta de limpeza nos córregos, o acúmulo de lixo nas vias públicas. Tem muito tempo que a Prefeitura não recolhe entulhos e nem faz a poda de árvores. A cidade está mal cuidada, cheia de matos e não tem um plano de gestão. Falta zeladoria e isso contribui para o aumento de doenças arboviroses em nossa cidade”, enfatiza Marcos da Luz.

Dados oficiais

O relatório da Secretaria de Estado da Saúde, divulgado no dia 07 de janeiro, aponta que o município de Coronel Fabriciano teve o maior número de casos de chikungunya em 2018 no Estado de Minas Gerais, sendo 5.073 casos prováveis de chikungunya ou 43,09% de MG, com um óbito confirmado de chikungunya no município; 3.178 casos prováveis de dengue ou 10,63% de MG; e 32 casos prováveis de febre zika ou 17,39% de MG, sendo 07 casos prováveis de zika em gestantes.

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