Prefeito de Timóteo chama a FGV para deslindar a misteriosa folha de pagamento da prefeitura

Na mesa de trabalho com a Fundação Getúlio Vargas, o prefeito Douglas, o vice-prefeito Vespa, secretários e  o Sinsep.

A folha de pagamento da PMT  pode ultrapassar  R$ 8,5 milhões. O prefeito Douglas Willkys prometeu colocar em prática o resultado da auditoria.

TIMÓTEO – Com a finalidade de dar sequência às tratativas em torno da Organização e Gestão de Recursos Humanos da Prefeitura de Timóteo foi cumprida na terça-feira (30) mais uma etapa de conversações com representantes da Fundação Getúlio Vargas (FGV). No dia 26 de setembro, o prefeito Douglas Willkys e o procurador-geral, Humberto Abreu, estiveram no Rio de Janeiro para dar início a discussão e formalização de uma cooperação técnica entre a FGV e o município.

Ao longo do dia, o coordenador da FGV Projetos, José Eduardo de Vasconcelos Quintella, participou de uma série de reuniões para apresentar a proposta técnica. Pela manhã ele se reuniu com o prefeito Douglas Willkys, com a secretária de Administração, Simone Araújo Sousa, e com o Procurador-Geral, Humberto Abreu.

A proposta de trabalho prevê a verificação da conformidade da folha de pagamento para servidores ativos e inativos; o dimensionamento de pessoas visando à organização administrativa, realização de concurso público e a revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, bem como a instituição de metodologia de Avaliação de Competências.

À tarde o consultor da FGV e o procurador-geral fizeram uma visita de cortesia ao representante do Ministério Público e, em seguida, se reuniram com os representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Timóteo (Sinsep), Israel dos Passos Archanjo e Jeniffer Graciele Gomes. Nessa reunião, o prefeito estava acompanhado dos secretários José Vespasiano Cassemiro (Educação), Anderson Lopes de Moura (Fazenda), Thiago Andrade Castro (Controlador), Humberto Abreu (procurador-geral) e Simone Araújo Sousa (Administração).

“A vinda do Dr. José Eduardo foi importante para conhecermos as diretrizes da proposta da Fundação Getúlio Vargas, uma instituição reconhecida que possui muita credibilidade na área de gestão pública”, enfatizou Douglas Willkys. A FGV já desenvolveu trabalhos semelhantes em cerca de 150 cidades brasileiras e em praticamente todos os estados do país.

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