Classe empresarial solicita fim das feiras nas vésperas de datas comerciais, especialmente a feira natalina

IPATINGA: Os presidentes da Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Ipatinga (Aciapi) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Ipatinga, para o Poder Executivo Municipal, solicitações dos comerciantes e demais empresários de algumas demandas necessárias para os polos comerciais da cidade.

Foram duas cartas protocoladas junto ao secretário municipal de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), Gilmar Luciano Alves, e gabinete do prefeito Sebastião Quintão. A primeira demanda é a revitalização de lixeiras e instalação de outras novas nas vias com maior concentração de estabelecimentos comerciais em Ipatinga.

O presidente da Aciapi, Cláudio Zambaldi, avalia que pontos como o Centro e diversos bairros necessitam desta ação de forma urgente. “As lixeiras são importantes para a manutenção das ruas limpas. Diversas ruas não possuem lixeiras o suficiente para armazenar os lixos dos consumidores. A instalação de lixeiras irá auxiliar no próprio trabalho dos agentes de limpeza. A população também deve se conscientizar de fazer o uso correto destes equipamentos, uma vez que o benefício é para todos que circulam nestes locais”, pontua Cláudio.

Outras duas reivindicações apresentadas são referentes ao Natal e demais datas comemorativas. A Aciapi e CDL solicitam à Prefeitura de Ipatinga que sejam proibidas as feiras nas vésperas de datas comerciais, especialmente a feira natalina. Outro pedido foi que seja realizada uma programação para decoração de Natal nos centros comerciais e, em especial, na praça 1º de Maio. O presidente da CDL, José Carlos de Alvarenga, explica que as das medidas visam fortalecer o comércio local.

“As feiras de roupas e calçados, como a feira natalina, prejudica o comércio formal e a economia da cidade, consequentemente. Este tipo de atividade não possui regulamentação e torna-se uma concorrência desleal e ilegal, pois não é recolhido o imposto e a movimentação financeira, nem sempre fica no município. A outra questão, mais específica ao Natal, é que possamos ter uma decoração natalina atrativa e que estimule mais os consumidores. No ano de 2017, os centros comerciais não foram ornamentados, tanto os clientes quanto os lojistas sentiram falta deste clima natalino nas ruas”, informa José Carlos.

As duas cartas foram entregues nas mãos do secretário Gilmar em evento realizado na quinta-feira (11), na sede das entidades.

 

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