Dívida do Estado com Hospital Dr. José Maria Morais ultrapassa R$ 4 milhões e preocupa prefeito de Fabriciano

O prefeito de Coronel Fabriciano e vice-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Dr. Marcos Vinícius, esteve em Belo Horizonte nessa quarta-feira, 17, para entregar ao governador, Fernando Pimentel, oficio cobrando a liberação dos recursos em atraso do Hospital Dr. José Maria Morais. A dívida do Estado com a instituição ultrapassa R$ 4 milhões e preocupa o chefe do executivo. “O Estado tem o dever de repassar ao hospital R$1milhão e trinta e oito mil todos os meses. Com o atraso, que já dura 4 meses, a situação começa a ficar insustentável. Precisamos cobrar e lembrar que o hospital pertence ao Estado, a prefeitura faz apenas a gestão do recurso federal e estadual”, lembrou.

O encontro foi intermediado pelo deputado federal Leonardo Quintão, PMDB, e contou com a presença do Secretário Estadual de Governo, Odair Cunha. Quintão ressaltou a importância da unidade hospitalar para a cidade. “O nosso objetivo é fazer com que o governo quite os débitos em atraso e não atrase os próximos pagamentos. Na sexta-feira, devo retornar ao Palácio para que a gente possa ter o retorno desse recurso, e a expectativa é favorável da liberação da verba por parte do Estado”, disse.

Dr. Marcos se reuniu também com representantes da área de gestão hospitalar, urgência e emergência da Secretaria de Estado de Saúde e apresentouum relatório dos atendimentos feitos no Hospital desde a abertura, mostrando a importância da unidade hospitalar para atender a população do Vale do Aço. “No passado, o hospital fechava as portas. Agora, o município está usando recurso próprio, tirando de outras fontes para fazer a gestão, e honrando com o compromisso. Sensibilizamos com o problema financeiro que passa o estado, mas não podemos trazer para dentro da administração municipal”, disse.

Na oportunidade, o prefeito também pediu apoio para abrir a tão sonhada maternidade e propôs um convênio para atendimentos aos servidores do Ipsemg e da Polícia Militar.

Ouça a entrevista:

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