sábado, janeiro 24, 2026
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Hospital Márcio Cunha realiza a primeira ressonância cardíaca pediátrica do Vale do Aço

IPATINGA – Um marco histórico para a medicina e para a cardiologia pediátrica da região do Vale do Aço. O Hospital Márcio Cunha (HMC) realizou, no mês de janeiro, a primeira ressonância magnética cardíaca pediátrica do Vale do Aço e de sua história. O exame foi realizado em uma criança de apenas dois anos de idade, com total segurança, representando um avanço significativo na capacidade diagnóstica do hospital e no cuidado com a saúde cardiovascular infantil.

A ressonância magnética cardíaca é um exame moderno, seguro e não invasivo, fundamental para a avaliação detalhada da anatomia e da função do coração. Permite o diagnóstico de cardiopatias congênitas, cardiomiopatias e o acompanhamento de pacientes no pós-operatório de cirurgias cardíacas. Entre seus principais diferenciais estão a definição precisa da anatomia cardíaca, a possibilidade de quantificar a função do coração com maior exatidão e a ausência de radiação, fator especialmente importante em pacientes pediátricos.

Em pacientes muito jovens, como neste caso, o exame exige atenção e planejamento específicos. Isso porque a aquisição das imagens requer que o paciente permaneça imóvel, podendo ser necessária a sedação. Todo o processo é conduzido de forma criteriosa e segura, seguindo protocolos rigorosos, em um ambiente controlado, com uma equipe multiprofissional capacitada e infraestrutura adequada para procedimentos de alta complexidade.

O exame realizado no HMC foi conduzido pela médica cardiologista, Dra. Nathália Fernandes Simões, especialista em Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada Cardíaca. A atuação de uma profissional com formação especializada reforça a segurança do procedimento e a precisão diagnóstica, mesmo em pacientes pediátricos de baixa idade.

Para o diretor técnico do Hospital Márcio Cunha, Dr. Alexandre Silva Pinto, a realização da primeira ressonância magnética cardíaca pediátrica representa um avanço estratégico para a Instituição. “Esse procedimento eleva ainda mais o patamar assistencial do HMC e reforça nosso compromisso com uma medicina cada vez mais segura, precisa e baseada em tecnologia de ponta. Estamos ampliando nossa capacidade diagnóstica e oferecendo às crianças da região um cuidado que antes só era possível em grandes centros. Isso é resultado de investimento contínuo em estrutura, equipamentos e, principalmente, em profissionais altamente qualificados”, destaca.

A realização da primeira ressonância magnética cardíaca pediátrica no HMC representa mais do que um avanço tecnológico. Simboliza o compromisso da Instituição com a inovação, a excelência assistencial e o cuidado integral desde a infância. Para as famílias, significa maior acesso à diagnósticos precoces e precisos, fundamentais para decisões terapêuticas que podem transformar vidas.

O procedimento representa um passo importante para o Hospital Márcio Cunha, para a cardiologia pediátrica regional e, sobretudo, para o futuro de muitas crianças que agora contam com um cuidado ainda mais completo, seguro e especializado.

Hospital Márcio Cunha

Hospital geral de alta complexidade com 60 anos de atuação. Possui 558 leitos e três unidades, sendo uma unidade exclusiva para o tratamento oncológico. Atende a uma população de mais de 1,6 milhão de habitantes de 87 municípios de Minas Gerais e conta com cerca de 500 médicos em 58 especialidades, com prestação de serviços nas áreas de ambulatório, pronto-socorro, medicina diagnóstica, ensino e pesquisa, terapia intensiva adulta, pediátrica e neonatal, urgência e emergência, terapia renal substitutiva, alta complexidade cardiovascular, oncologia adulto e infantil, entre outros. No último ano, foram cerca de 5.200 partos realizados no HMC, cerca de 36 mil internações, mais de 18 mil cirurgias, mais de 60 mil sessões de hemodiálise. Na unidade de oncologia, foram mais de 18 mil sessões de radioterapia e cerca de 33 mil sessões de quimioterapia.

O HMC foi o primeiro hospital do país a ser acreditado em nível de excelência (ONA III), pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Além disso, está classificado pela revista norte-americana Newsweek entre as melhores unidades hospitalares do Brasil, sendo o 6º em Minas Gerais e 27º melhor do país.

 

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