Ana Cunha assume diretoria de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade na Anglo American

CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO – A executiva Ana Cunha é a nova diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Anglo American no Brasil. Com ampla experiência no setor de mineração, ela está responsável por conduzir a área estratégica da companhia ligada à promoção de práticas de sustentabilidade, além de liderar as áreas de comunicação, reassentamento, relações governamentais e institucionais, relacionamento com comunidades, entre outros públicos de interesse.
Com sólida formação acadêmica, Ana Cunha é formada em Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero, se especializou em Comunicação Internacional pela Syracuse University, de Nova Iorque, nos Estados Unidos, e seguiu seu desenvolvimento em importantes instituições de ensino, como a Fundação Dom Cabral, a Universidade de São Paulo (USP), e a Universidade de Sorbonne, em Paris, na França.
“Assumir a liderança da área de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Anglo American é uma oportunidade de colaborar com o fortalecimento da agenda de sustentabilidade da nossa empresa no Brasil, contribuindo com o diálogo com as comunidades, governos e parceiros, promovendo uma mineração cada vez mais responsável, inclusiva e conectada com os desafios do nosso tempo. Nosso compromisso é com uma comunicação sempre aberta, com transparência, escuta ativa e ações que possam gerar valor duradouro para todas as partes com as quais nos relacionamos”, celebra Ana Cunha.
A nova diretora da Anglo American possui 27 anos de carreira, construída no setor mineral, com passagens por Kinross Brasil, Mineração Rio do Norte, entre outras empresas. Ana Cunha já recebeu importantes reconhecimentos em liderança feminina, incluindo o título de uma das mulheres mais inspiradoras da mineração, pelo Women in Mining UK, em 2020, e Personalidade Feminina do Setor Mineral, em 2022. A executiva também é uma das criadoras da rede solidária Pretas na Mina, que visa proporcionar o reconhecimento e a ampliação das profissionais negras no setor mineral.
“A valorização das singularidades e subjetividades tem transformado a mineração brasileira em uma atividade mais inclusiva. Diversidade é inteligência coletiva, e um setor mais plural é também mais criativo, inovador e sustentável”, ressalta Ana Cunha.
