sexta-feira, julho 19, 2024
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Programa Recoloca Rio Doce tem 141 vagas de emprego para os Vales do Aço e Rio Doce

REDAÇÃO – Estão abertas 141 oportunidades de emprego para atuação nas ações de reparação e compensação executadas pela Fundação Renova nos municípios mineiros de Aimorés, Belo Oriente, Divinolândia, Governador Valadares, Guanhães, Ipatinga, Sabinópolis, São João Evangelista e Virginópolis.

Nesta semana, a maioria das vagas é para Guanhães, São João Evangelista, Sabinópolis, Divinolândia ou Virginópolis, 70 no total, todas para servente de campo. Ainda no Vale do Rio Doce, Aimorés tem 42 vagas, a maioria para servente de campo.

Governador Valadares tem 22 vagas, entre elas, cinco para operador de suporte técnico (telecomunicações), três para vistoriador de autos, quatro vagas para auxiliar administrativo e uma vaga para agentes de viagens, vendedor, comprador, orçamentista, coordenador de campo, analista de diálogo social, caixa, auxiliar de escritório, representante de Desenvolvimento de Vendas e atendente. Belo Oriente tem uma vaga para consultor ambiental.

No Vale do Aço, Ipatinga tem seis vagas, sendo três para auxiliar técnico instalador, coordenador de campo, técnico de campo e outra para atendente.

As vagas e os requisitos podem ser conferidos na plataforma Recoloca Rio Doce, assim como o cadastro dos currículos. O cadastramento do currículo não garante a contratação, mas é requisito para concorrer às vagas.

Recoloca Rio Doce

O Recoloca Rio Doce faz parte dos programas e iniciativas da Fundação Renova para reparar e compensar os danos causados pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG). Com o foco em recolocar a população no mercado de trabalho, o Recoloca visa também levar desenvolvimento humano aliado ao objetivo de estimular a retomada do desenvolvimento econômico na região atingida.

A ferramenta on-line e gratuita, desenvolvida pela Fundação Renova em parceria com a Kienbaum Consultoria, é um canal disponibilizado para as pessoas das comunidades atingidas que buscam inserção no mercado de trabalho.

“O objetivo é formar um banco de currículos qualificado, no qual as empresas encontram profissionais conforme suas demandas. As empresas também anunciam as suas vagas”, diz o coordenador de Contratação e Empreendedorismo Local da Fundação Renova, Roberto Ruggeri Ferreira.

Com o uso da plataforma, os currículos impressos não serão mais considerados nos processos seletivos de fornecedores e parceiros da Fundação Renova. Os documentos digitais, unificados na plataforma, possibilitam um maior alcance e acesso às vagas, já que as necessidades das empresas são mapeadas e os candidatos, direcionados de acordo com as demandas de cada empreendimento.

Capacitações de mão de obra

O Recoloca Rio Doce também oferece capacitações para o mercado de trabalho, como treinamentos e videoaulas sobre elaboração de currículos, o que possibilita o aprimoramento das habilidades dos profissionais das regiões impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão. A iniciativa amplia as possibilidades de os profissionais atingidos retornarem ao mercado de trabalho no município.

Mão de obra local

A valorização da mão de obra local é um dos compromissos da Fundação Renova para execução das atividades de reparação, conforme previsto no Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) e no Termo de Acordo de Mariana. Fornecedores da Fundação Renova também consideram a priorização da contratação local para execução dos seus trabalhos.

Sobre a Fundação Renova

A Fundação Renova é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, constituída com o exclusivo propósito de gerir e executar os programas e ações de reparação e compensação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão.

A Fundação foi instituída por meio de um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC), assinado entre Samarco, suas acionistas Vale e BHP, os governos federal e dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de uma série de autarquias, fundações e institutos (como Ibama, Instituto Chico Mendes, Agência Nacional de Águas, Instituto Estadual de Florestas, Funai, Secretarias de Meio Ambiente, dentre outros), em março de 2016.

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