Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) combate tráfico de drogas no Leste de MG

REDAÇÃO – Na última quinta-feira (22/4), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), composta pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Polícia Federal e Polícia Penal, em Governador Valadares, deflagrou a operação “Baro”, para desarticular uma organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas. Ao todo, foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão, cinco de prisão temporária e quatro de prisão preventiva.

Durante as investigações, que duraram mais de um ano, foram descobertos laboratórios de processamento de crack e cocaína, sendo presas em flagrante pessoas ligadas ao grupo criminoso que estaria atuando no Leste de Minas e no estado do Espírito Santo.

Em decorrência das investigações, a Ficco representou por mandados de busca e apreensão e de prisão, todos expedidos pela Segunda Vara Criminal da Comarca de Mantena/MG. Dessa forma, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades mineiras de Governador Valadares (22), Santana do Paraíso (1), Ipatinga (1), Caratinga (1) e Mathias Lobato, sendo os mandados de prisão cumpridos em Governador Valadares (7), Santana do Paraíso (1) e Ipatinga (1).

Essa ação penal da Ficco contou com a colaboração premiada pelo Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Gaeco de Governador Valadares, que, em união de forças com a Ficco, viabilizou a desarticulação da associação destinada ao tráfico com a atual fase ostensiva.

O trabalho de colaboração entre as forças de segurança pública foi essencial para viabilizar a atuação de hoje, com a participação de 130 policiais federais, civis, militares e penais. Além disso, foram sequestrados veículos de alto valor, imóveis e dinheiro em espécie.

A operação tem como objetivo a coleta de mais provas e dados acerca das operações financeiras e negociações relacionadas ao tráfico, inclusive identificação de “laranjas” e ocultação de patrimônio e bens obtidos por meio das atividades criminosas.

Os fatos investigados demonstram a prática de diversos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, além da possível lavagem de bens e capitais e atuação de organização criminosa, que cominam aos infratores penas que podem chegar a 15 anos de prisão, se condenados.

Pela Polícia Civil, participaram 15 delegados e 28 investigadores.

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