Moradora do Amaro Lanari denuncia negligência e falta de atendimento médico na UBS do bairro

Fabriciano – Acompanhada do vereador Thiago Lucas (PT), a atendente de vendas Laura Eduarda Rodrigues de Freitas, moradora do bairro Amaro Lanari, compareceu na tarde desta quarta-feira (1º) à Promotoria de Justiça da Saúde da Comarca de Coronel Fabriciano para formular representação em face da Administração Municipal por negligência médica e falta de atendimento.

Na parte da manhã, a paciente, que está grávida, compareceu na Unidade Básica de Saúde do bairro Amaro Lanari, na qual consta o seu cadastro e prontuário, onde realiza o “pré-natal”. Ocorre que, segundo a mesma, a médica que acompanha o seu “pré-natal”, foi muito ignorante, sem educação e sem nenhum profissionalismo, ao negligenciar atendimento à sua paciente.

No momento da consulta, a vendedora estava acompanhada do seu esposo, Luan Reis Rodrigues, que à tudo presenciou. A suposta negligência e falta de atendimento foram comunicadas à gerente da referida UBS, que estava ciente da situação, contudo, não tomou nenhuma providência.

Segundo o documento entregue ao Ministério Público, em nenhum momento a responsável pela unidade e coordenadora dos serviços de atendimento ao público se dispôs a auxiliar no entendimento com a médica, que não teve nenhum respeito e profissionalismo ao atender a paciente, agindo com grosseria e desatenção para com a sua paciente.

O vereador Thiago Lucas compareceu ao local e tentou intermediar a questão, mas a médica se recusou a conversar com ele, que também testemunhou a falta de atendimento e negligência médica. “Negligência é o ato de agir sem tomar as devidas precauções, com descuido, sem atenção. O médico negligente é aquele profissional que age de forma omissa, com total descaso de seus deveres éticos com o paciente”, ressalta o parlamentar.

Segundo ele, “a saúde é um direito social fundamental, previsto na Constituição Federal, sendo, portanto, de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor sobre a sua implementação, fiscalização e controle”, enfatiza.

No entanto, de acordo com o vereador, “em total contrassenso com as normas insculpidas, o Município de Coronel Fabriciano está deixando a paciente desassistida no seu direito básico, obrigando-a a buscar o atendimento médico em outra esfera, o que merece a competente intervenção do Ministério Público”, descreve.

Laura Eduarda pediu à Promotoria de Justiça que sejam tomadas as devidas medidas legais, a fim de resguardar o seu direito à saúde.

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