Cemig reforça o sistema elétrico do Leste de Minas com conjunto de obras na Zona da Mata – Nova estrutura amplia confiabilidade

REDAÇÃO – A Cemig está executando um conjunto de obras estratégicas para o fortalecimento do sistema elétrico no Leste de Minas. As intervenções incluem a construção de duas novas subestações no município de Caparaó, além de uma linha de distribuição interligando as duas unidades. As melhorias integram o Programa “Mais Energia” e representam um investimento superior a R$ 45 milhões, beneficiando diretamente cerca de 75 mil mineiros.
A Subestação Caparaó 1 será uma subestação de transformação, com potência instalada de 15 MVA e a implantação de quatro novos alimentadores (circuitos responsáveis pelo abastecimento dos bairros). O incremento de carga permitirá atender, com mais qualidade e segurança, uma demanda equivalente a aproximadamente 30 mil novos clientes, acompanhando o crescimento econômico e populacional da região.
Já a Subestação Caparaó 2 será uma subestação de chaveamento. Esse tipo de estrutura possibilita a transferência ágil de cargas entre subestações adjacentes, por meio das novas linhas de distribuição. Na prática, isso confere maior flexibilidade operativa ao sistema e contribui para a redução do tempo de restabelecimento da energia em situações de desligamentos acidentais.
Para interligar as duas subestações, será construída a Linha de Distribuição Caparaó 1 – Caparaó 2, com extensão aproximada de 9 quilômetros. As obras tiveram início neste mês de abril, e a previsão é que todo o empreendimento seja concluído até novembro deste ano. Serão beneficiados os municípios de Caparaó, Alto Caparaó, Espera Feliz, Caiana, Faria Lemos e Carangola.
De acordo com o superintendente da Cemig na região, Rodrigo Damasceno, o conjunto de obras atende a uma demanda histórica da população local e cria condições para o desenvolvimento sustentável da região. “Essas intervenções vão proporcionar maior flexibilidade operativa e um aumento significativo da capacidade de energia disponível. Isso é fundamental para atender novas cargas, especialmente as demandas dos produtores de café, além de oferecer uma infraestrutura mais robusta para o fortalecimento das atividades turísticas, que são pilares da economia regional”, afirma o superintendente.
