Cresce o número de ‘moradores em situação de rua’ no Centro Comercial de Timóteo

TIMÓTEO – Eles estão nas calçadas da Alameda 31 de Outubro, sob marquises e em abrigos nas praças. Já não é raro ver colchões, cobertores e barracas improvisadas, especialmente na região central. Invisíveis para muitos, o número de pessoas em situação de rua cresceu assustadoramente nos últimos dias em Timóteo.
Diante disso, mais uma vez, o cenário acende novas discussões sobre o caso, principalmente depois que a Prefeitura de Ipatinga endureceu regras contra os moradores em situação de rua.
Hoje, há inúmeras pessoas vivendo nas ruas da cidade, muitas com problemas graves de saúde mental, dependência de álcool e drogas. Parte dessas pessoas não é da cidade e vem para cá por saber que a cidade não tem uma política especifica para a situação, e pela invisibilidade das ruas.

Em meio a todos eles, percebe-se a presença de ‘espertalhões’ que se infiltram para tentar ludibriar a boa-fé da população, além daqueles que fazem uso excessivo do álcool e de drogas.
Outra questão que também chama a atenção e preocupa, é o número cada vez maior de pessoas vendendo uma infinidade de produtos (panos de prato, biscoitos, doces, balas, perfumes, objetos de uso pessoal e uma série de outras bugigangas), situação que não é permitida na vizinha Coronel Fabriciano.

Outro problema acarretado, é que as portas de estabelecimentos comerciais foram transformadas em local para dormir, o que tem causado inúmeros problemas aos lojistas. O aumento de pedintes e pessoas morando nas ruas, tem sido um fenômeno observado nas ruas de Timóteo.
