quinta-feira, fevereiro 29, 2024
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Agosto Lilás: CREAS de Timóteo realiza blitz Educativa pelo fim da violência contra as mulheres

TIMÓTEO – A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, por meio do CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social, realizou uma Blitz Educativa, na terça-feira, 29, para divulgação da Campanha Agosto Lilás, pelo fim da violência contra as mulheres. A ação foi realizada em parceria com os CRAS (Centros de Referência de Assistência Social), a Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica da Polícia Militar de Minas Gerais (PPVD) e alunos da Escola Estadual Antônio.

O CREAS é o órgão do município que atende mulheres em situação de violência, ofertando acolhimento, atendimento, acompanhamento multiprofissional, dentre outras intervenções necessárias para apoio às mulheres na superação da violência.

De acordo com a coordenadora do CREAS, Magda Papalino, o objetivo da blitz é orientar à população acerca das violências existentes e divulgar os canais de denúncias. “Muitas vezes as mulheres entendem existir apenas a violência física e sexual, quando na verdade existem outras como a violência psicológica, moral e patrimonial”, explica a coordenadora.

Durante a blitz educativa, foi distribuído material de divulgação dos serviços da rede de atendimento e apoio às vítimas, sinais de violência por meio do panfleto “Violentômetro” e canais de denúncia. Este mês, o CREAS, juntamente com os CRAS, está desenvolvendo ações em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde nas Unidades básicas de Saúde, com a Secretaria de Educação, PMMG, OAB mulher, Conselho Municipal da Mulher, de maneira a ofertar atividades de orientação à comunidade e às mulheres atendidas pelo programa Estratégia de Saúde da Família, bem como serviços de saúde como preventivos, vacinação, testes rápidos.

Estas ações de divulgação são realizadas durante todo ano para incentivar a população a denunciar os casos de violência doméstica que tiverem conhecimento. Violência Doméstica é crime e deve ser denunciado pelos telefones 190 da Policia Militar 190 e 180 do Disque Direitos Humanos.

 

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