Para reduzir gastos, Pimentel vai desativar Palácio Tiradentes no complexo da Cidade Administrativa

REDAÇÃO  – Para reduzir gastos, o governador Fernando Pimentel (PT),  vai mesmo desativar o Palácio Tiradentes, transformado em sede do governo em 2010 pelo então chefe do Executivo Aécio Neves (PSDB). O edifício integra o complexo Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, na região Norte de Belo Horizonte, e é uma das últimas obras do arquiteto Oscar Niemeyer. O motivo alegado pelo Estado para esvaziar o prédio é economia nos gastos.

Segundo o governo, que se recusa a classificar o edifício como “palácio”, o  objetivo é reduzir em pelo menos 40% gastos com insumos diversos, manutenção rotineira e com o consumo de água e energia elétrica.

Em nota, o governo disse que a meta é cortar cerca de 40% dos gastos com insumos diversos, manutenção rotineira, consumo de água e energia elétrica. Por ano, o Edifício Tiradentes – uma das últimas obras do arquiteto Oscar Niemeyer – gera uma despesa de cerca de R$ 5 milhões, segundo o comunicado.

As mudanças envolvem cerca de 150 servidores das Secretarias de Estado de Governo (Segov), de Casa Civil e de Relações Institucionais (SECCRI) e da Secretaria Geral de Governo (SGG). A realocações devem ser concluídas nos próximos dias.

Vizinhos ao Tiradentes, os prédios Minas e Gerais têm, atualmente, 1.428 estações de trabalho livres, segundo a nota divulgada nesta sexta à noite, que consomem gastos com energia elétrica, manutenção e limpeza, mesmo não sendo utilizados.

“Cabe lembrar que o trabalho de realocação de pessoal vem sendo feito desde 2015, com transferência de servidores de órgãos que funcionavam em outras localidades da capital – como as corregedorias da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, além das secretarias de Estado de Segurança Pública e de Administração Prisional – para a Cidade Administrativa”, finaliza a nota.

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